Pontos Geoculturais

Centro Histórico de Salvador, cenário repleto de história, arte, cultura, religiosidade, folclore, música... o coração de Salvador! Local que proporciona às pessoas uma viagem no tempo com uma rica imersão na raiz da formação histórico-cultural do povo brasileiro. Mundialmente conhecido pela rica arquitetura colonial portuguesa com monumentos dos séculos XVII ao XIX, foi declarado em 1985 pela UNESCO, como Patrimônio Mundial da Humanidade.

O Pelourinho é um capítulo à parte na visita a Salvador e seus palacetes e igrejas são cartões postais da cidade. As igrejas de arquitetura colonial portuguesa, de estilo barroco com esculturas e pinturas espetaculares, também apresentam uma diversidade desconhecida para muitas pessoas... a GEOdiversidade.

O Pelourinho revela muito mais do que a nossa cultura e história. Mostra-nos através do ouro e das rochas ornamentais, das fachadas, colunas, pisos, portais e pias de água benta das igrejas, um pedacinho da história geológica do nosso planeta. Conheça o roteiro do Pelourinho e ficará surpreso com o que irá descobrir! Certamente, a partir de agora verá as “pedras” com outros olhos.

Visite os pontos geoculturais e viaje no tempo... há milhares e milhares de anos!

Conheça também o Museu Geológico da Bahia.

Saiba mais...

Abreu e Silva, F.F., de, 2009. Alterabilidade de rochas em fachadas de igrejas de Salvador. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Instituto de Geociências. Universidade Federal da Bahia. 109p.

Alves, M., 1948. História da Venerável Ordem 3ª do Seráfico Padre São Francisco da Congregação da Bahia. Publicado pela Mesa Administrativa. 417p.

Cachão, M., Silva, C. M. da, Ribeiro, M. de J., 2007. Paleomemorial do Convento. Geologia no verão. Universidade de Lisboa, Portugal. 32p.

Caparó E.F., 1997. Os arenitos de cimentação calcífera dos antigos edifícios de Salvador: origens. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade Federal da Bahia. 158p.

Flexor, M.H.O., 2010. Igrejas e conventos da Bahia. Roteiros do Patrimônio. vol.9, t. 2. Brasília, DF: Iphan/Programa Monumenta. 268 p. Edição bilíngue. Silva Z.C., 2008. O lioz português: de lastro de navio a arte na Bahia. Edições Afrontamento Ltda. Porto, Portugal. 154p.

Prego, A.M., Kullberg, J.C., 2010b. Potencialidades de utilização cultural da “Brecha da Arrábida” no séc. XXI. Revista Eletrónica de Ciências da Terra – Geosciences On-line Journal, vol. 18, nº 21.